Nutrição Animal Bovina no Pré e Pós-Protocolo de IATF
A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) revolucionou a pecuária brasileira. Hoje, milhares de propriedades utilizam o protocolo para ganho genético acelerado, padronização de bezerros, redução do intervalo entre partos e aumento expressivo da produtividade por área.
Entretanto, uma verdade precisa ser dita de forma clara:
👉 IATF não é apenas hormônio, manejo e sêmen.
IATF é, antes de tudo, nutrição.
Na prática, o sucesso reprodutivo começa muito antes da aplicação do primeiro dispositivo hormonal e continua muito depois da inseminação. E é exatamente nesse intervalo — pré e pós-IATF — que muitos resultados são ganhos ou perdidos silenciosamente.
Neste artigo, você vai entender em profundidade:
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por que a nutrição é o principal fator oculto da eficiência reprodutiva;
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o que realmente acontece no organismo da fêmea antes, durante e após a IATF;
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quais nutrientes são críticos em cada fase;
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como uma estratégia mineral bem estruturada aumenta prenhez e reduz perdas embrionárias;
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e como soluções da Premix Nutrição Animal, com destaque para o Premiphós Embryo, elevam o protocolo a outro patamar de resultado.

IATF sob a ótica fisiológica: o que realmente está em jogo?
Antes de falar de suplementos, é essencial compreender o que a IATF exige do organismo da fêmea.
Durante o protocolo, ocorre:
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sincronização do ciclo estral;
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crescimento e seleção folicular acelerados;
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indução da ovulação;
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formação e manutenção do corpo lúteo;
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início do desenvolvimento embrionário.
Tudo isso acontece em poucos dias e sob alta exigência metabólica. Por isso, quando o animal não está nutricionalmente preparado, o corpo entra em modo de sobrevivência, e não de reprodução.
Em outras palavras:
➡️ sem nutrição adequada, o organismo “sabotará” o protocolo, mesmo que ele seja tecnicamente perfeito.
Nutrição no pré-IATF: preparando o terreno para a fertilidade
1. Escore corporal: o primeiro filtro invisível da prenhez
Diversos estudos demonstram que fêmeas com escore corporal abaixo de 2,75:
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respondem menos aos hormônios;
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apresentam menor taxa de ovulação;
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têm menor qualidade de oócito.
Isso ocorre porque o balanço energético negativo reduz a liberação de GnRH e LH, hormônios-chave para a ovulação.
Por isso, antes mesmo de pensar em calendário de IATF, o ajuste nutricional deve ser feito, garantindo:
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oferta energética suficiente;
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proteína adequada ao sistema;
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estabilidade metabólica.
2. Minerais: os “engenheiros silenciosos” da reprodução
Se energia e proteína são o combustível, os minerais são os engenheiros do processo reprodutivo.
No pré-IATF, destacam-se:
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Fósforo: essencial para metabolismo energético e atividade ovariana;
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Zinco: influencia maturação do oócito e resposta imunológica;
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Cobre: atua na síntese hormonal e fertilidade;
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Manganês: fundamental para ovulação e formação embrionária;
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Selênio: antioxidante, reduzindo danos celulares ao oócito.
Quando há deficiência — mesmo que subclínica — o impacto é direto na taxa de prenhez.
3. Premiphós Embryo no pré-IATF: nutrição pensada para reprodução
O Premiphós Embryo foi formulado justamente para corrigir gargalos invisíveis da reprodução. Diferente de suplementos genéricos, ele atua exatamente onde a IATF mais exige do animal.
Entre seus principais diferenciais:
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fósforo em níveis estratégicos;
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microminerais balanceados e altamente biodisponíveis;
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suporte direto à resposta ovariana e qualidade do oócito.
Com isso, o organismo passa a responder melhor ao protocolo hormonal, tornando o processo mais previsível e eficiente.
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Nutrição no pós-IATF: onde muitos resultados são perdidos
1. A janela crítica da perda embrionária
Estima-se que até 40% das perdas embrionárias ocorram nos primeiros 30 dias após a inseminação. Na maioria das vezes, essas perdas estão associadas a:
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estresse nutricional;
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deficiência mineral;
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inflamações uterinas subclínicas.
O erro mais comum no campo é relaxar a suplementação logo após a IATF, acreditando que “o trabalho já foi feito”. Na prática, é exatamente o contrário.
2. Corpo lúteo forte depende de nutrição constante
A manutenção da prenhez depende diretamente da produção adequada de progesterona, hormônio produzido pelo corpo lúteo.
Minerais como:
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zinco,
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selênio,
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cobre,
são fundamentais para:
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manutenção da função luteal;
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imunidade uterina;
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comunicação embrião-útero.
O Premiphós Embryo, nesse momento, atua garantindo continuidade nutricional, reduzindo oscilações metabólicas que poderiam comprometer a gestação inicial.
Resultados práticos observados no campo
Quando a nutrição é estrategicamente ajustada no pré e no pós-IATF, os resultados aparecem de forma clara:
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aumento consistente da taxa de prenhez;
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maior uniformidade de lotes;
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redução do retrabalho reprodutivo;
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melhor diluição do custo da IATF;
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maior retorno sobre investimento em genética.
Ou seja, não se trata de gastar mais, mas de gastar melhor.
A visão da pecuária moderna: reprodução não é evento, é processo
Na pecuária de alta performance, reprodução não pode ser tratada como um evento pontual, mas sim como um processo contínuo, sustentado por nutrição, manejo e estratégia.
É exatamente nesse contexto que a Premix se posiciona:
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como parceira técnica do pecuarista;
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oferecendo soluções nutricionais alinhadas à realidade do campo;
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conectando ciência, prática e resultado econômico.
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Referências técnicas
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BARUSELLI, P. S. et al. IATF em bovinos de corte: fundamentos e resultados práticos.
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NRC. Nutrient Requirements of Beef Cattle.
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WILTBANK, M. C. et al. Follicular dynamics, nutrition and fertility.
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SANTOS, J. E. P. et al. Nutrition and reproductive efficiency in cattle.
Conclusão: IATF de resultado começa no cocho
No fim das contas, quem prepara melhor, emprenha mais.
A nutrição no pré e pós-IATF não é coadjuvante, é protagonista dos resultados reprodutivos.
Quando o protocolo hormonal encontra nutrição estratégica, mineralização correta e soluções como o Premiphós Embryo, o resultado deixa de ser aposta e passa a ser previsibilidade produtiva.
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